domingo, 20 de novembro de 2011

A Verdadeira Face de Lutero

A Verdadeira Face de Lutero

[Reprodução da nota publicada por Yago Araujo Barros em 19 de novembro de 2011, no facebook.]

Postagem dedicada com amor a todos aqueles que ainda acreditam que a salvação se encontra na religião protestante, com suas práticas e rituais, e não tão somente pela fé no sacrifício perfeito do Messias e em seu santo nome, conforme dizem as escrituras. Aos que quiserem conhecer mais sobre os bastidores dessa religião chamada cristianismo, a qual o Filho do YHWH, o Criador, não fundou e tampouco mandou que ninguém seguisse, convido-os a fazer parte do grupo Sinceros do Pai, no facebook.

O BLASFEMADOR MARTINHO LUTERO, UM DOS MAIORES IDEALIZADORES DO HOLOCAUSTO NAZISTA - (OPERAÇÃO BABILÔNIA) 

por Yago Araujo Barros, sábado, 19 de Novembro de 2011 às 02:25 

Martinho Lutero (Eisleben, 10 de novembro de 1483 - 18 de fevereiro de 1546) foi um sacerdote agostiniano e professor de teologia alemão, figura central da Reforma Protestante.

Martinho Lutero entrou para a ordem dos Agostinianos (Ordem Maçônica Religiosa), de Frankfurt, a 17 de julho de 1505. Em 1515, foi nomeado vigário de sua ordem tendo sob sua autoridade onze monastérios.

Protestantes dizem: "Lutero foi usado pelo Criador para corrigir a “Igreja”". 

Veja se um homem que escreveu as blasfêmias abaixo, pode ser usado pelo Criador: 

Blasfêmias de Lutero: 

"Deus est stultissimus"( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia : "Deus age sempre como um louco" (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e Satanás, o bem e o mal.

Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases.

Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador.

Sobre seu comportamento:

"Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar".

"É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso." (Lutero).

(Marie Carré, J'ai choisi l'unité - D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi, Daniel Raffard de Brienne 1983).

"Eu tive até três esposas ao mesmo tempo." (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l'heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi - Daniel Raffard de Brienne 1983).

"Se nós condenamos os ladrões à forca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?" (Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther - La vie et son oeuvre - 2ª ed. - Ed. P . Lethielleuz - Paris -1931).

"Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido" (Lutero). (Id. Propos de Tables - no. 963, ed. De Weimar, I , 487). 

"Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?" (Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi - 1956 - pg. 135) 

"Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer." 
(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi - 1956 )

Não assusta que, movido por tais ideais, Lutero escreveu a Melanchton, a propósito das perseguições sangrentas de Enrique VIII contra os católicos na Inglaterra: "É lícito encolerizar-se quando se sabe que esta espécie de traidores, ladrões e assassinos são Papas, são Cardeais e legados. Prove-se à Deus que vários reis de Inglaterra se empenharam em acabar com eles." (op. cit. p. 254) Por isso mesmo exclamou ele também: "Basta de palavras: ao ferro e fogo!" e acressenta: "Castigamos aos ladrões com a espada, porque não agarrar ao Papa, aos cardeais e toda a quadrilha da Sodoma romana e lavar as mãos em seu sangue?"(op.cit.p.104) e (Hartmann Grisar, Martin Luther - La vie et son oeuvre - 2ª ed. - Ed. P . Lethielleuz - Paris -1931).

Este ódio de Lutero o acompanhou até o final de sua vida. Afirma Funck-Brentano:

"Hitler ordenou proclamar festa nacional na Alemanha a festa comemorativa de 31 de outubro de 1517, quando o rebelde agostiniano colocou nas portas da igreja do castelo de Wittenberg as 95 famosas proposições contra a supremacia e as doutrinas pontifícias" (op. cit. p. 272).

Com rancor de todo o ateísmo oficial do regime comunista, o Dr. Erich Honnecker, presidente do conselho de estado e do conselho de defesa, o primeiro homem da República Democrática Alemã, aceitou a la jefa do comitê que, em plena Alemanha comunista, organizara as comemorações de Lutero neste ano (cf. "German Comments", de Osnabrück, de Alemania Occidental) 

Em seus últimos anos, Lutero tornou-se algo antissemita, chegando a escrever que as casas judaicas deveriam ser destruídas, e suas sinagogas queimadas, dinheiro confiscado e liberdade cerceada. Essas afirmações fizeram de Lutero uma figura controversa entre muitos historiadores e estudiosos. 

Anti-semitismo

Texto anti-semita de Martinho Lutero: Sobre os judeus e suas mentiras (1543) 

Martinho Lutero foi anti-semita: 

"A Alemanha deve ficar livre de judeus, aos quais após serem expulsos, devem ser despojados de todo dinheiro e jóias, prata e ouro, e que fossem incendiadas suas sinagogas e escolas, suas casas derrubadas e destruídas.(..), postos sob um telheiro ou estábulo como os ciganos (…), na miséria e no cativeiro assim que estes vermes venenosos se lamentassem de nós e se queixassem incessantemente a Deus".
Já sem suas sinagogas, escolas e casas, confinados nos campos de concentração.
O historiador Robert Michael escreve que Lutero estava preocupado com a questão judaica toda a sua vida, apesar de dedicar apenas uma pequena parte de seu trabalho para ela. 

Seus principais trabalhos sobre os judeus são Von den Juden und Ihren lügen ("Sobre os judeus e suas mentiras"), e Vom Schem Hamphoras und vom Geschlecht Christi ("Em Nome da Santa linhagem de Cristo") - reimpressas cinco vezes dentro de sua vida - ambas escritas em 1543, três anos antes de sua morte. Nesses trabalhos Lutero afirmou que os judeus já não eram o povo eleito, mas o "povo do diabo”. A sinagoga era como "uma prostituta incorrigível e uma devassa maléfica" e os judeus estavam "cheios das fezes do demônio, ... nas quais se rebolam como porcos".

Lutero aconselhou as pessoas à incendiarem às sinagogas, destruindo os livros judaicos, proibir os rabinos de pregar, e apreender os bens e dinheiro dos Judeus e também expulsá-los ou fazê-los trabalhar forçosamente.
Queima dos livros judaicos
Lutero também parecia aconselhar seus assassinatos, escrevendo "É nossa a culpa em não matar eles."
Judeus mortos
A campanha contra os judeus de Lutero foi bem sucedida na Saxónia, Brandenburg, e Silésia. Josel de Rosheim (1480-1554), que tentou ajudar os judeus na Saxônia, escreveu em seu livro de memórias a situação de intolerância foi causada por "(…) esse sacerdote cujo nome é Martinho Lutero - (…) seu corpo e alma vinculada até no inferno!! - que escreveu e publicou muitos livros heréticos no qual disse que quem ajudasse judeus seria condenado à perdição."

Josel teria pedido a cidade de Estrasburgo para proibir a venda das obras antijudaicas de Lutero; porém seu pedido foi-lhe negado quando um pastor luterano de Hochfelden argumentou em um sermão que os seus paroquianos deviam assassinar judeus. O anti-semitismo de Lutero persistiu após a sua morte, ao longo de todo o ano 1580, motins expulsaram judeus de vários estados luteranos alemães.
A opinião predominante entre os historiadores é que a sua retórica antijudaica contribuiu significativamente para o desenvolvimento do anti-semitismo na Alemanha, e na década de 1930 e 1940 auxiliou na fundamentação do ideal do nazismo de ataques a judeus. O próprio Adolf Hitler em sua autobiografia Mein Kampf considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, o Grande, e Richard Wagner.

Em 5 de outubro de 1933, o Pastor Wilhelm Rehm de Reutlingen, declarou publicamente, que "Hitler não teria sido possível, sem Martinho Lutero". Julius Streicher, o editor do jornal Nazista Der Stürmer, argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes.

Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções: 

Adolf Hitler é a conclusão da Reforma; 

Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja; 

O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura. 

Diversos historiadores (entre os quais se destacam William L. Shirer e Michael H. Hart) sugerem que a influência de Lutero tenha auxiliado a aceitação do nazismo na Alemanha pelos protestantes no século XX. Shirer fez a seguinte observação em Ascensão e queda do Terceiro Reich: 

“O grande fundador do protestantismo não foi só anti-semita apaixonado como feroz defensor da obediência absoluta à autoridade política. Desejava a Alemanha livre de judeus, conselho que foi literalmente seguido quatro séculos mais tarde por Hitler, Göring e Himmler.” 

Como pode Lutero ter sido cheio da inspiração do Altíssimo e fundado uma sã doutrina com essas praticas?

Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? (Mateus 18:33)

Ora, o Altíssimo de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo o messias Yaohúshua. (Romanos 15:5) 

E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, (2 Pedro 1:6-7) 

Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Yaohúshua, e com a doutrina que é segundo a piedade,

É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas,

Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. (1 Timóteo 6:3-5)

Texto montado e editado por Jonathan Costa Salabert