sexta-feira, 29 de abril de 2011

Homenagem e Reflexões

Homenagem e Reflexões

Dedico esta postagem à minha tia Dalva, que completou mais um abençoado ano de vida ontem.


Pra me fazer entender nas linhas que se seguem, devo primeiro dar à vocês uma idéia de no que estive metido nesses últimos dias, algumas pesquisas e peregrinações em assuntos polêmicos e desafiadores do senso comum, que tiveram como estopim os desastres que ocorreram no Japão no mês passado. Não vou me aprofundar aqui, mas uma amostra dos conflitos pessoais que passei em virtude das descobertas que fiz e conclusões a que cheguei pode ser vista em algumas das minhas postagens recentes, como esta e esta.
Basta que se saiba que foram coisas que viraram meu mundo de pernas para o ar ler a respeito, mas quem tiver curiosidade e entendimento logicamente é livre pra procurar por conta própria ou até mesmo especular que descobertas tão terríveis e perturbadoras foram essas. Mas se aceitam um conselho, façam isso com moderação.
Nos últimos 3 dias passei algum tempo com uma pessoa a quem não visitava já há algum tempo, que é a homenageada desta postagem. Nos dois primeiros dias, tentando fazer funcionar da melhor maneira possível um PC tão antigo quanto o meu primeiro, um Celeron D single core 2,66GHz, com 256MB de RAM DDR, HD IDE de 80GB e vídeo onboard. Pra quem é leigo em informática e não entende tudo isso que eu acabei de dizer, basta dizer que se trata de uma configuração tão mínima que roda com dificuldade até mesmo os programas mais simples da atualidade, como MSN, pacote Office e navegadores de internet.
No terceiro desses dias não estive lá a trabalho, apenas dei uma passada rápida para dar-lhe os parabéns por seu aniversário. Aproveitei que a dona do computador estava em casa para explicar a ela da melhor maneira que pude porque o computador continua lento, apesar de todo o meu trabalho, e do que pode ser feito para melhorar a situação.
O fato é que esses três dias observando e convivendo com minha tia me levaram à seguinte reflexão:
Minha tia Dalva acredita em Deus, em Jesus Cristo, e é uma das pessoas mais em paz com a vida apesar dos problemas do dia-a-dia que eu conheço, e não precisou encher a cabeça com tudo o que eu enchi pra isso. Ela não tem o menor interesse por política internacional e pra ela tanto faz se o homem foi à lua pela primeira vez quando disseram que ele foi, ou se foi o Osama Bin Laden que mandou explodir o WTC ou não. Ela fala de Deus para as pessoas pelos motivos que mais vale a pena se falar, e do modo mais simples de as pessoas entenderem: sendo uma pessoa simples, humilde, tratando bem as pessoas, e encarando com otimismo as dificuldades que surgem na vida, e não como única forma de as pessoas ao redor de todo o mundo perceberem que estão sendo manipuladas e se salvarem de um caos iminente que está sendo omitido delas pela mídia e pelo governo (seja lá o que isto signifique).
Sou muito grato a Deus e a ela por esta lição, que me trouxe de volta a paz de espírito que eu tinha na minha feliz ignorância do status quo de alguns meses atrás.


Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças

(Filipenses 4:6)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Os Vegetais e o Consumismo

Os Vegetais e o Consumismo

Não, esta não será uma postagem sobre nutrição, sobre o consumo de vegetais nem nada do tipo...
Você conhece a expressão "Quem não tem tudo o que ama, deve amar tudo o que tem"? Embora eu considere um pouco exagerado ou até mesmo impróprio usar o verbo amar para se referir a bens materiais, acho que essa expressão descreve bem o tema que pretendo abordar hoje. Ou até mesmo alguns versos da canção de Zeca Pagodinho, que dizem "Se não tenho tudo o que preciso, com o que tenho vivo" e "Sou feliz e agradeço por tudo o que Deus me deu", entre outras mensagens de otimismo.
Mas mensagens positivas não são e nem devem ser apenas para adultos. Lembro-me de várias vezes ter visto minha irmã mais nova colocar para meu sobrinho, hoje com cinco aninhos, um DVD infantil dos Vegetais (ou VeggieTales, no original), contando a história de Madame Blueberry, que achava que a chave da felicidade estava em ter muitas e muitas coisas, mas acabou aprendendo que não é bem assim que funciona. Uma mensagem muito bem-vinda numa sociedade materialista como a que vivemos hoje, onde o "ter" é considerado cada vez mais importante do que o "ser".
Eu pretendia colocar aqui a historinha toda, que achei em partes no youtube, mas na primeira parte dela o áudio estava desativado devido a direitos autorais, o que não me impede de postar aqui uma das minhas partes favoritas. Acompanhem:

Que tal? Nada mal ensinar uns valores anti-materialistas para as crianças, não é mesmo? Apesar de que muita gente grande também deveria aprender sobre isso... Não tenho filhos e nem pretendo tê-los tão cedo, mas se tivesse ficaria tranquilo em deixá-lo assistindo a desenhos como esse. Mas caso você prefira acreditar que o seu filho está mais bem acompanhado com os personagens Disney, fique à vontade. Afinal, cada um sabe onde o calo aperta...
Pra terminar, seguem aqui os links para download deste DVD, pra quem quiser acompanhar a história na íntegra:
"Um coração agradecido é um coração feliz."

terça-feira, 5 de abril de 2011

Setenta vezes Sete (Mateus 18:21-22)

Setenta vezes Sete (Mateus 18:21-22)



♪ Músicas online grátis! Acesse: www.powermusics.com

[Background: Scorpions - Wind of Change]

Já fazia algum tempo que não uso música em uma postagem, espero ter escolhido bem :) Esta é a segunda postagem que reflete a verdadeira abordagem da Nova Direção (ou Nova Ordem, parodiando uma certa "nova ordem" da qual anda se falando por aí) deste blog. Veja a primeira e entenda as mudanças aqui.
O autor, o carinha que cata milho aqui no teclado continua sendo o mesmo, este que vos fala, mas a inspiração, as ordens superiores não têm mais as mesmas origens de antes. Como parte dessas mudanças, o blog acaba de mudar de nome. Muita gente já ouviu ou leu esta passagem em algum lugar, mas pra quem não leu nem ouviu a referência tá aí em cima. A bíblia é um livro fantástico, sabiam? É bom ler de vez em quando, e é disparado mais vendida que os livros do Dan Brown ou da Stephenie Meyer ;D
A próxima mudança que pretendo fazer em breve é no banner, uma vez que o blog ficou sem banner depois que eu aposentei o gatinho chifrudo e o meu alter-ego, que diga-se de passagem já foi tarde. Agora somos só eu e Deus cuidando das coisas por aqui, literalmente rs
A idéia pro banner é relativamente simples e veio de uma curiosidade que eu descobri nas pesquisas que tenho feitos nesses últimos dias (só dessa vez é que vai ter colher de chá e link nesta expressão, viu? Das próximas vezes que a lerem por aqui façam o favor de entender que ela está sendo utilizada em seu sentido literal. Façam de conta que é uma mensagem subliminar "do bem" or something...
Ah, é, o banner (disperso como sempre, certas coisas levam mais tempo pra consertar do que outras) :p
Experimentem digitar JESUS no Word ou em qualquer programa onde vc possa alterar a fonte do texto, depois mudar a fonte pra wingdings. O resultado será este (mudei a cor das gotinhas pra facilitar a compreensão):

Este "texto" vai ser a base do novo banner do blog, aguardem... Sobre o novo nome do blog e tema desta postagem em si, vou pegar emprestado o texto do pastor (todos torce o nariz) Olavo Feijó, que encontrei enquanto pesquisava material sobre o tema. Mesmo que você não seja cristão, e tenha torcido o nariz ao ler as palavras bíblia e pastor aqui, se você for uma pessoa de bem com certeza verá que o assunto não é tema exclusivo de pessoas religiosas, e além de tudo não sai de moda. Lá vai (abre aspas):

Mateus 18:22 - Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.

Pelo fato de sermos gente e, por isso, de sermos imperfeitos, o natural em nossa vida a dois é que cometamos erros. E, por causa disso, o natural é descobrirmos que temos o potencial de machucar os outros. É bem verdade que, às vezes, queremos mesmo machucar. A maior parte das vezes, porém, machucamos sem querer.

Porque a reação humana, após ser atingida, é a de revidar e agredir o outro, a Bíblia nos oferece o único remédio que soluciona a ofensa: chama-se perdão.

Quando perguntaram a Jesus o número de vezes que um cristão deve perdoar, ele respondeu: “até setenta vezes sete” (Mateus 18:22). Nos nossos relacionamentos, o perdão deve ser conseqüência não do tamanho da ofensa do outro, mas da qualidade espiritual do nosso amor. Para a pessoa sem Cristo é quase impossível perdoar. Quem me dá forças para perdoar é a ação do Espírito do Senhor em minha vida. O Espírito não economiza: o que Ele me ajuda é muito mais do que setenta vezes sete...